A era inconclusa (I): uma era de mudanças drásticas

In:

GONZÁLEZ, Justo L. E até aos confins da Terra: uma história ilustrada do Cristianismo: a era inconclusa – Vol. 10. São Paulo: Vida Nova, 1995, pág. 016 a 028.

“Tornamo-nos conscientes do fato de que, no decorrer de 15 séculos, formou-se algo como uma civilização cristã; conscientizamo-nos também da realidade de que, em nossos dias, essa civilização cristã está em risco, e sua sobrevivência é questionada… Começou uma nova época, na qual o estudioso, o artista, o profeta e o santo foram substituídos pelo soldado, pelo engenheiro e pelo homem com poder político; uma época que não é mais capaz de produzir uma cultura real, mas simplesmente uma civilização técnica exterior.”  (Emil Brunner)

Ao longo do século XIX, a civilização ocidental considerou-se destinada a guiar o mundo a uma era de felicidade e fartura. A revolução industrial criara riqueza e conforto que nos dois séculos anteriores se teriam imaginado inatingíveis. Na Ásia, na África e na América Latina, as populações nativas pareciam ávidas por assimilar os modos e a sabedoria da Europa industrial e dos Estados Unidos. A causa missionária prosperava, apesar de reveses como a revolta dos Boxers, na China, e havia esperanças de que num futuro muito próximo a maior parte da população mundial seria cristã. Durante quase um século, com exceções pouco relevantes, os poderes europeus viveram em paz entre si.

Sob a superfície, porém, havia correntes destrutivas que acabariam por arrastar o mundo para a guerra mais devastadora jamais vista – uma guerra à qual se seguiriam revoluções, sublevações econômicas e conflagrações ainda mais arrasadoras. A paz relativa do século XIX na Europa foi possível, em parte, porque a competição entre as potências europeias assumiu a forma de expansão colonial. Embora a Europa estivesse em paz, a guerra ultramarina por procuração tornou-se um aspecto comum das políticas internacionais. Por volta de 1914, a maioria dos territórios da Ásia, da África e da América Latina já havia sido colonizada – se não politicamente, pelo menos sob o aspecto econômico. As atenções da Europa voltaram-se, então, para o sudeste europeu, os Bálcãs, onde o crescente colapso do Império Turco criara diversos estados com fronteiras e governos instáveis. Essas terras tornaram-se motivo de discórdia entre as potências europeias, e essa mesma desavença viria dar início à Primeira Guerra Mundial. O próprio progresso tecnológico e industrial de que o Ocidente se orgulhava seria visto, então, em seu poder destrutivo, pois essa guerra proporcionou ocasião para o uso militar da tecnologia, em batalhas submarinas, aéreas e químicas. O próprio fato de as potências industriais estarem controlando terras distantes significava que, direta ou indiretamente, a maior parte do planeta participava do conflito. A guerra, que durou quatro anos, envolveu 30 nações e uma força armada total de 65 milhões de pessoas, das quais quase um sétimo morreu e mais de um terço feriu-se, lutando. As baixas civis, embora mais difíceis de avaliar, foram no mínimo equivalentes às militares.

Nesse ínterim, na Rússia o caos ocasionara a revolução. A Rússia era a única grande potência europeia em que as ideias liberais do século XIX quase não tiveram progresso. Como nos séculos anteriores, seu governo autocrático e sua aristocracia agrária continuavam no comando do país. Karl Marx nunca teria acreditado que a Rússia, onde a industrialização fora lenta, se tornaria o primeiro país em que a revolução por ele anunciada obteria êxito. Ao contrário, ele cria que o desenvolvimento da indústria e do capital resultaria numa revolta de operários, com a qual os camponeses não se mostrariam simpatizantes. A guerra, porém, frustrou suas predições. Ao rancor nacionalista contra um governo aparentemente incapaz de vencer uma batalha logo se juntaram os protestos pela falta de pão, nas cidades, e pela falta de terra, no campo. Em março de 1917, o czar Nicolau II foi obrigado a abdicar a favor do irmão, que, por sua vez, renunciou poucos dias depois. Em curto espaço de tempo, o governo viu-se nas mãos de moderados, que ansiavam por uma república capitalista liberal. Contudo, os fracassos desse governo, tanto na guerra quanto na política econômica, e a agitação de V. I. Lênin e de seus bolcheviques ocasionaram a revolução de novembro de 1917. Imediatamente, Lênin passou a implementar seu imenso programa de reorganização social, estatizando a terra e todos os bancos e colocando as fábricas nas mãos de sindicatos controlados pelo governo. Dentro desse programa, todas as propriedades da igreja também foram confiscadas. Assim, a Igreja Russa, que, após a queda de Bizâncio, considerara-se a “Terceira Roma”, encontrava-se agora subsistindo em condições semelhantes às da igreja bizantina após a invasão turca. O novo governo também se retirou da guerra; logo, porém, viu-se imerso em sua própria guerra civil com os contrarrevolucionários, que tinham apoio eclesiástico e internacional. Quando o Exército Vermelho venceu o conflito, o governo soviético estava mais do que nunca convencido de ser a igreja seu inimigo mortal.

No hemisfério ocidental, as consequências da guerra não foram sentidas de maneira tão pungente. Os Estados Unidos não entraram na guerra senão em abril de 1917, e, embora suas forças armadas tivessem sofrido pesadas baixas, outras questões logo exigiriam a atenção nacional. O país voltou-se para si mesmo, procurando resolver os próprios problemas independentemente do resto do mundo e recusando-se a participar da Liga das Nações. Duas questões com raízes no século XIX passaram a ocupar o centro das atenções: a lei seca e o sufrágio feminino. A proibição de bebidas alcoólicas tornou-se lei nacional em 1919, menos de um ano após o final da guerra. Em 1920, a 19ª Emenda Constitucional finalmente concedia às mulheres o direito ao voto. A década de vinte foi marcada pela prosperidade econômica, sobretudo para os abastados (5 % da população recebia um terço de toda a receita). Veio, em seguida, a Grande Depressão, que levou à eleição de Franklin D. Roosevelt e ao New Deal. A recuperação ocorrida durante a presidência de Roosevelt foi considerada mais uma prova de que a nação estava basicamente firme e de que a Depressão fora apenas uma fase temporária superada com trabalho árduo e organização. Nos Estados Unidos, portanto, a primeira metade do século XX não foi marcada pela incerteza e pelo pessimismo que começavam a devastar a Europa. No restante do hemisfério, o acontecimento mais marcante foi a Revolução Mexicana, uma querela interminável iniciada em 1910 e prolongada por décadas, tendo momentos extremamente radicais e outros um tanto moderados. Aqui, novamente, houve desavenças constantes entre a Igreja Católica e a revolução. Em 1927, como ocorrera anteriormente na Rússia, todas as propriedades da igreja foram confiscadas. Por fim, sem devolver os bens confiscados, o estado abrandou as medidas demasiado severas contra a igreja.

Na Europa, esperava-se que a Liga das Nações fosse capaz de impedir a repetição dos trágicos acontecimentos da Primeira Guerra Mundial, mas o desenvolvimento do fascismo frustrou essas esperanças. O fascismo, que obteve proeminência inicialmente na Itália, sob a liderança de Benito Mussolini, explorava o orgulho nacional ferido com o propósito de glorificar a guerra e transformar a nação inteira em uma máquina militar totalitarista. Suas doutrinas sociais eram confusas; no começo, colocou-se ao lado dos revolucionários radicais, mas por fim aproveitou o medo do comunismo e uniu suas forças às dos industrialistas, visando criar uma nova aristocracia de poder e produção. De qualquer forma, o sonho de esplendor nacional e o ódio à democracia e ao liberalismo político como se fossem a criação de uma burguesia efeminada foram características do fascismo em todos os seus estágios. Como dizia Mussolini:o que a maternidade representa para a mulher, a guerra representa para o homem“. Logo, o movimento expandiu-se para outros países. Seu correspondente alemão, o partido nazista, chegou ao poder em 1933, acabando por ofuscar o fascismo italiano. Por meio da influência nazista, o antissemitismo tornou-se parte dos dogmas estabelecidos pelo fascismo internacional, causando a morte de milhões de judeus na Alemanha e em outros países. Por volta de 1936, o fascismo desfrutava de pelo menos certa medida de poder, não apenas na Itália e na Alemanha, mas também no Japão, na Polônia, na Áustria, na Hungria, na Grécia, na Romênia e na Bulgária. Em 1939, com a vitória de Franco na Guerra Civil Espanhola, o regime consolidou-se na Espanha. O fascismo admitiu diversas posturas em relação ao cristianismo. Na Espanha, Franco considerava a Igreja Católica uma de suas aliadas mais próximas e sempre se declarava filho fiel da igreja. A atitude de Mussolini oscilava de acordo com as diferentes circunstâncias. Hitler acreditava que o cristianismo, com suas doutrinas de amor universal e de dar a outra face, opunha-se a seus objetivos finais de conquista e dominação – mas procurou usar a igreja para apoiar esses objetivos.

Resultado de imagem para Mãe da guerra umlaufParte da sedução do fascismo estava em reviver os sonhos de glórias antigas. Mussolini prometia restaurar o Império Romano. Os fascistas gregos falavam de um renascimento do militarismo espartano e do poder bizantino. Os falangistas espanhóis buscavam uma volta ao “século de ouro” do império espanhol. Obviamente, esses diversos sonhos eram mutuamente contraditórios. Mas o que estava subjacente a eles – a glorificação da guerra, o temor da livre expressão de ideias, um nacionalismo totalitário e a oposição a todas as formas de igualdade – unia os vários movimentos fascistas contra tudo o que parecesse democracia, liberalismo ou pacifismo. A Itália e a Alemanha formaram um “Eixo“, no qual o Japão posteriormente foi incluído. Por meio de um acordo soviético-alemão, assegurou-se a neutralidade russa. Um mês depois, em setembro de 1939, a Europa estava em guerra.

A guerra acabou sendo por demais custosa. [N foto], Escultura Mãe da guerra, de Charles Unlauf. Museu Witte, San Antonio, Texas.

Novamente, pela segunda vez em três décadas, o mundo inteiro foi arrastado para dentro do conflito. De início, as potências fascistas – o “Eixo” – garantiram que a Rússia permanecesse fora dos embates. De fato, esse país aproveitou suas relações amistosas com o Eixo para dividir o território da Polônia com a Alemanha e expandir suas posses no Báltico. Em pouco tempo, a maior parte da Europa ocidental estava nas mãos dos fascistas, enquanto seus aliados japoneses ampliavam suas terras no Oriente. Em 1941, com a invasão da Rússia pelos alemães e o ataque japonês a Pearl Harbor, nenhuma grande potência conseguiu permanecer neutra. Como o Eixo havia conquistado a maior parte da Europa, as principais frentes de batalha eram o Pacífico, o norte da África, a fronteira russo-alemã e o Canal da Mancha. Mas também havia batalhas sendo travadas nas colônias africanas, no Oriente Próximo e até no Rio da Prata. Os nomes das ilhas do Pacífico até então desconhecidos no Ocidente tornaram-se palavras familiares. Os povos tribais, que viviam em relativo isolamento do restante do mundo, agora viam os céus entrecruzados por aviões militares e suas terras disputadas por países que até aquele momento não conheciam. Ao todo, cinquenta e sete nações declararam guerra entre si.

Quando a fumaça se dissipou e as perdas foram contadas, o preço da guerra revelou-se altíssimo. Nas principais nações combatentes, o número de militares mortos e desaparecidos era arrasador: um em 450 habitantes nos Estados Unidos, um em 150 no Reino Unido, um em 200 na França, um em 150 na Itália, um em 22 na União Soviética, um em 25 na Alemanha, um em 46 no Japão e um em 200 na China. No total, mais de 15 milhões de militares mortos ou desaparecidos. A isso deve ser acrescentado o grande número de baixas civis diretas, os milhões de judeus assassinados pelos nazistas e seus aliados, e a quantidade incalculável dos que morreram de fome ou de doenças em conseqüência indireta da guerra.

Uma baixa não considerada da guerra foi a visão otimista do futuro da civilização ocidental que prevalecera durante o século XIX. Esperava-se que essa civilização, por meio de uma combinação estudada de valores cristãos e habilidades tecnológicas, gerasse uma nova era para a humanidade. Era a civilização que o “homem branco” deveria compartilhar com os povos menos afortunados. E agora, por meio das duas guerras mais devastadoras que o mundo jamais vira, tal civilização havia disseminado morte e destruição por todo o planeta. Sua perícia tecnológica fora usada para inventar as máquinas mais destrutivas que o mundo já conhecera, culminando na explosão em Hiroshima da primeira bomba atômica, em 6 de agosto de 1945. A Alemanha, o epítome da civilização europeia, nação que se jactava de sua liderança intelectual no Ocidente, tornara-se presa de um fanatismo demoníaco até então desconhecido entre as tribos mais primitivas da Terra.

Consequência direta de tudo isso foi a revolta mundial contra o colonialismo em todas as suas formas. Inicialmente, os impérios coloniais das nações derrotadas foram desmantelados. Logo, porém, tornou-se evidente que até os vitoriosos haviam perdido muito prestígio por consequência da guerra. Repentinamente, movimentos nacionalistas iniciados décadas antes tomaram novo vigor e, no espaço de duas décadas, todo o império colonial foi destroçado. Nem sempre a independência política levou à independência econômica, pois em muitos casos desenvolveu-se um sistema econômico neocolonialista em substituição da velha ordem. Contudo, vinte anos após o final da guerra, estava claro que havia, nas nações mais jovens, movimentos intensos contra o imperialismo econômico. Por vezes, o nacionalismo assumiu a forma de uma ressurreição de religiões não-cristãs antigas. Alguns movimentos procuraram mudar não apenas a ordem econômica internacional, mas também a ordem social da própria nação, muitas vezes seguindo um modelo socialista. O primeiro e maior exemplo dessa tendência foi a China, onde, em parte graças à guerra, o governo nacionalista foi derrubado pelos comunistas. Embora se mantivesse fiel ao comunismo russo durante algum tempo, por fim a China desfez os vínculos que ainda lembravam a antiga tutela das nações europeias sobre o restante do mundo. O Japão seguiu na direção contrária: comprometendo-se com o capitalismo e com a industrialização, procurou competir com os países industrializados mais antigos da Europa e da América do Norte. Quase toda a África e o mundo muçulmano tornaram-se independentes das normas políticas do Ocidente. Israel e a África do Sul, dois enclaves ocidentais em áreas fora do Ocidente, foram duramente pressionados por seus vizinhos. Nos novos países em todo o mundo, assim como nas nações mais antigas da América Latina, muitos sentiam que estava em pauta para as últimas décadas do século XX a edificação de uma ordem econômica mais favorável para os países mais pobres, a reestruturação das relações exteriores com essa base e a redistribuição de riquezas dentro de suas próprias fronteiras.

Em meio a todas essas mudanças, muitas vezes as nações mais antigas da Europa e os Estados Unidos ficavam perplexos. Nesses países, muitos haviam aprendido que toda a exploração colonial e neocolonial era resultado de motivações altruístas e de ideais nobres. Vista dessa perspectiva, a reação anticolonial era no mínimo atordoante e só poderia ser explicada pela presença de uma conspiração maligna, a qual desencaminhava os “nativos” para longe de seus interesses mais sublimes. Essa compreensão do movimento anticolonialista foi impulsionada pela mentalidade da “Guerra Fria“, nome atribuído ao conflito entre nações capitalistas e comunistas, surgido imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, persistindo durante décadas com diferentes graus de intensidade. Graças à guerra, a União Soviética passou a dominar a maior parte da Europa oriental, e a Alemanha dividiu-se em República Federativa – Alemanha Ocidental – e República Democrática – Alemanha Oriental. Essa área compôs o cenário de muitas atividades da Guerra Fria, dentre as quais o bloqueio de Berlim pelos comunistas e a construção de um muro para impedir que os cidadãos da Berlim Oriental desertassem para o Ocidente. De quando em quando, em países como a Coreia e o Vietnã, a Guerra Fria irrompia em hostilidades explícitas – embora as principais potências, temendo o poderio nuclear um do outro, evitassem a confrontação militar direta. No Ocidente, muitos interpretavam todo o movimento anticolonialista com base na Guerra Fria. Visto que os comunistas estavam realmente envolvidos em diversos movimentos revolucionários – ainda que nem sempre na sua liderança – podia-se entender a tendência anticolonialista geral como uma imensa conspiração comunista. Tal interpretação, mais popular nos Estados Unidos que na Europa, tinha a vantagem de explicar como o altruísmo da “responsabilidade do homem branco” levara ao anticolonialismo mordaz do final do século XX. No entanto, chegou-se a essa explicação tão fácil à custa de uma simplificação exagerada, torpe e perigosa – algo que ameaçou alienar o Ocidente da imensa maioria da humanidade.

Nesse ínterim, o mundo ocidental passava por mudanças semelhantes. Os cidadãos que até há pouco tempo pareciam satisfeitos em desempenhar um papel secundário – particularmente os negros e as mulheres – subitamente começaram a reivindicar participação no processo de tomada das decisões. Isso não estava totalmente dissociado da tragédia das duas guerras mundiais e da evidente ameaça de uma terceira. De fato, se os líderes haviam arrastado o mundo para tais colapsos, parecia estar mais que na hora de dar a outros a oportunidade de governar. Nos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial, negros e mulheres foram convocados para dar o melhor de si por seu país. Após a guerra, mostraram-se relutantes em voltar à sua condição anterior. Tanto o movimento pelos direitos civis quanto a manifestação feminista foram uma tentativa de obter mais poder para negros e mulheres e, ao mesmo tempo, representavam uma crítica à maneira em que os homens brancos estavam conduzindo o mundo.

Em todas essas situações a igreja esteve presente. Mais que qualquer outra organização internacional, corporação ou movimento político, a igreja atravessava fronteiras nacionais, classes sociais e alianças políticas. De fato, o grande legado do século XIX foi que, pela primeira vez na história, nascia uma igreja verdadeiramente universal. Embora haja, no século XX, quem considere os missionários de gerações anteriores sonhadores irrealistas, a verdade é que eles tiveram êxito, pois com seu trabalho deixaram uma imensa malha de cristãos de toda cor e nacionalidade. Para essa igreja internacional, as questões do século XX não eram simples. A guerra e as disputas raciais e de classes dividiam a igreja – muitas vezes acerca de procedimentos e por razões pouco relacionadas com antigas diferenças teológicas. Vez por outra, a igreja era perseguida; outras vezes, usavam-na com motivos inconfessos. Em meio às perplexidades do século XX, seus membros frequentemente ficavam divididos, confusos e até temerosos. Contudo, em meio a guerras, perseguições e conflitos civis, eles procuravam testemunhar dAquele, cuja norma de paz e justiça não terá fim. Tal é a história do cristianismo no século XX, para a qual nos voltamos agora.

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